A Ditadura Militar no Espírito Santo: o consentimento por meio do jornal A Gazeta (1971-1975)

A Ditadura Militar no Espírito Santo: o consentimento por meio do jornal A Gazeta (1971-1975)

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786525246222

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Descrição

Este trabalho pretende analisar a construção de uma memória positiva sobre a Ditadura Militar no Espírito Santo, por intermédio do jornal A Gazeta durante o governo do Arthur Carlos Gerhardt Santos (1971-1975). Para tal finalidade, é importante entender o contexto político, social e econômico do período conhecido por "Milagre Econômico"; especificamente, o projeto econômico de modernização conservadora do então presidente militar Emílio Garrastazu Médici (1969-1974); e de como, em seu governo, foram utilizadas a censura e a propaganda política, as quais ditaram o tom das práticas comunicativas da Ditadura com os cidadãos. Para tanto, se fez necessária uma reflexão historiográfica sobre a contribuição da imprensa oficial capixaba (o jornal A Gazeta) na elaboração dessa memória positiva. Utilizaremos da abordagem metodológica do filósofo alemão Jürgen Habermas, o qual analisa a atuação da imprensa no espaço público enquanto organismo de mediação entre o governo constituído na esfera pública; e do historiador francês Roger Chartier, que desenvolve o conceito de representação social, cujas práticas e representações moldam a forma de pensar e agir da sociedade em determinado contexto histórico. Portanto, os caminhos do consenso e do consentimento trilhados pela ditadura militar (1964-1985) no Espírito Santo ecoam no tempo presente, indicando os conflitos silenciosos entre as memórias, tendo em vista a relação complexa da sociedade com o regime ditatorial que precisa ser revelada.



Características

  • Ano: 2022
  • Autor: Davi Elias Rangel Santos
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786525246222
  • Nº de Páginas: 200


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Este trabalho pretende analisar a construção de uma memória positiva sobre a Ditadura Militar no Espírito Santo, por intermédio do jornal A Gazeta durante o governo do Arthur Carlos Gerhardt Santos (1971-1975). Para tal finalidade, é importante entender o contexto político, social e econômico do período conhecido por "Milagre Econômico"; especificamente, o projeto econômico de modernização conservadora do então presidente militar Emílio Garrastazu Médici (1969-1974); e de como, em seu governo, foram utilizadas a censura e a propaganda política, as quais ditaram o tom das práticas comunicativas da Ditadura com os cidadãos. Para tanto, se fez necessária uma reflexão historiográfica sobre a contribuição da imprensa oficial capixaba (o jornal A Gazeta) na elaboração dessa memória positiva. Utilizaremos da abordagem metodológica do filósofo alemão Jürgen Habermas, o qual analisa a atuação da imprensa no espaço público enquanto organismo de mediação entre o governo constituído na esfera pública; e do historiador francês Roger Chartier, que desenvolve o conceito de representação social, cujas práticas e representações moldam a forma de pensar e agir da sociedade em determinado contexto histórico. Portanto, os caminhos do consenso e do consentimento trilhados pela ditadura militar (1964-1985) no Espírito Santo ecoam no tempo presente, indicando os conflitos silenciosos entre as memórias, tendo em vista a relação complexa da sociedade com o regime ditatorial que precisa ser revelada.

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  • ISBN: 9786525246222
  • Nº de Páginas: 200


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