A história de Sophia: um estudo de identidade na Psicologia Social sobre a negritude e alienação colonial

A história de Sophia: um estudo de identidade na Psicologia Social sobre a negritude e alienação colonial

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786525236308

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Descrição

O grande avanço de políticas públicas no Brasil, como o Programa Universidade para Todos (PROUNI), resultou na inserção de milhares de jovens negros em universidades por todo o território nacional. Por outro lado, o rebaixamento da nota do Brasil pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2014, afirmando que o país é racista e discriminador de forma institucionalizada e estrutural, revela os resistentes contrastes da sociedade brasileira e demonstra a necessidade de estudos para entendermos como se processa a identidade do jovem negro universitário no Brasil. Diante da relevância de estudar este fenômeno, pontua-se a história da escravidão no país e a luta deste grupo étnico para ser reconhecido como humano nessa sociedade. Ao falarmos de humanidade, partimos do exame dos ideais iluministas, que tratam o homem eurocêntrico como detentor da razão e, desta forma, racional em suas atitudes. Tal modelo contrasta com os negros, como detentores somente da emoção, portanto, seres que requerem a domesticação de seus corpos. Os objetivos estabelecidos são a compreensão da formação da identidade de uma jovem negra universitária, por meio do sintagma identidade-metamorfose-emancipação proposto por Ciampa, e a análise do modo pelo qual as políticas de identidade dificultam a autonomia e inclusão social da população negra no Brasil.



Características

  • Ano: 2022
  • Autor: Claudio Santos
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786525236308
  • Nº de Páginas: 260


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O grande avanço de políticas públicas no Brasil, como o Programa Universidade para Todos (PROUNI), resultou na inserção de milhares de jovens negros em universidades por todo o território nacional. Por outro lado, o rebaixamento da nota do Brasil pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2014, afirmando que o país é racista e discriminador de forma institucionalizada e estrutural, revela os resistentes contrastes da sociedade brasileira e demonstra a necessidade de estudos para entendermos como se processa a identidade do jovem negro universitário no Brasil. Diante da relevância de estudar este fenômeno, pontua-se a história da escravidão no país e a luta deste grupo étnico para ser reconhecido como humano nessa sociedade. Ao falarmos de humanidade, partimos do exame dos ideais iluministas, que tratam o homem eurocêntrico como detentor da razão e, desta forma, racional em suas atitudes. Tal modelo contrasta com os negros, como detentores somente da emoção, portanto, seres que requerem a domesticação de seus corpos. Os objetivos estabelecidos são a compreensão da formação da identidade de uma jovem negra universitária, por meio do sintagma identidade-metamorfose-emancipação proposto por Ciampa, e a análise do modo pelo qual as políticas de identidade dificultam a autonomia e inclusão social da população negra no Brasil.

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