A prisão que pune e a justiça restaurativa

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Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527095958

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Descrição

A Prisão que Pune e a Justiça Restaurativa
O Brasil abriga uma das maiores populações carcerárias do mundo: mais de 726 mil pessoas privadas de liberdade em um sistema que comporta pouco mais da metade desse número. Superlotação, violações sistemáticas de direitos fundamentais, ausência de saúde, educação e trabalho, domínio de facções criminosas e reincidência persistente compõem o retrato de um modelo penal que pune, mas não ressocializa.
Diante desse colapso institucional reconhecido pelo próprio Supremo Tribunal Federal como "estado de coisas inconstitucional", este livro investiga uma alternativa: a Justiça Restaurativa. Com raízes em experiências internacionais e iniciativas brasileiras em estados como Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Tocantins, as práticas restaurativas propõem substituir a lógica da punição pela da responsabilização, do diálogo e da reparação — inclusive dentro das grades.
O autor analisa as potencialidades e os riscos de aplicar essa abordagem no ambiente carcerário brasileiro, percorrendo seus fundamentos históricos, seus instrumentos — mediação vítima-ofensor, conferências de grupo familiar e círculos restaurativos — e suas condições reais de implementação em um sistema marcado pela precariedade e pela seletividade racial e social. A conclusão não é de utopia, mas de ensaio: punir não basta. É preciso restaurar.



Características

  • Ano: 2026
  • Autor: Newton Vita
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527095958
  • Páginas: 136
  • Capa: Dura


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A Prisão que Pune e a Justiça Restaurativa
O Brasil abriga uma das maiores populações carcerárias do mundo: mais de 726 mil pessoas privadas de liberdade em um sistema que comporta pouco mais da metade desse número. Superlotação, violações sistemáticas de direitos fundamentais, ausência de saúde, educação e trabalho, domínio de facções criminosas e reincidência persistente compõem o retrato de um modelo penal que pune, mas não ressocializa.
Diante desse colapso institucional reconhecido pelo próprio Supremo Tribunal Federal como "estado de coisas inconstitucional", este livro investiga uma alternativa: a Justiça Restaurativa. Com raízes em experiências internacionais e iniciativas brasileiras em estados como Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Tocantins, as práticas restaurativas propõem substituir a lógica da punição pela da responsabilização, do diálogo e da reparação — inclusive dentro das grades.
O autor analisa as potencialidades e os riscos de aplicar essa abordagem no ambiente carcerário brasileiro, percorrendo seus fundamentos históricos, seus instrumentos — mediação vítima-ofensor, conferências de grupo familiar e círculos restaurativos — e suas condições reais de implementação em um sistema marcado pela precariedade e pela seletividade racial e social. A conclusão não é de utopia, mas de ensaio: punir não basta. É preciso restaurar.

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  • Capa: Dura


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