Acolhimento institucional: desafios para a reinser鈬o social dos jovens

Acolhimento institucional: desafios para a reinser鈬o social dos jovens

Autor: Marca: Dial騁ica Refer麩cia: 9786587401393

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Descri鈬o

A presente obra d enfoque 灣 crian軋s e adolescentes institucionalizados de forma precoce e prolongada, bem como as principais consequ麩cias deste instituto, tais como a falta de pertencimento dos acolhidos, a desprepara鈬o para o convvio no meio social, a inser鈬o e a reitera鈬o na vida criminosa. Diante disso, buscou-se apresentar os desafios das polticas de atendimento infanto-juvenis, de acordo com uma perspectiva histrica e cultural, desde as primeiras d馗adas do s馗ulo XVIII at a aplica鈬o das medidas socioeducativas de interna鈬o ? como meio de privativo de liberdade ? previstas pelo Estatuto da Crian軋 e do Adolescente (ECA) e reiteradas pelo Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). As determina鋏es da criminaliza鈬o aps o processo de institucionaliza鈬o t麥 como fonte a perda de pertencimento dos sujeitos acolhidos, fragilizando assim as possibilidades destes em encontrarem sentido e perspectivas para o futuro. As condi鋏es e o modo de vida das crian軋s e adolescentes retratam a vulnerabilidade e o fator de risco social, a desfilia鈬o (devido ao afastamento gerado entre a crian軋 e a famlia natural), a falta de base educacional e qualifica鈬o para o trabalho. Com isso, abrem-se as portas das drogas e do mundo criminoso, como forma ilusria de aliviar o sofrimento, experimentar novas formas de intera鈬o, adquirir visibilidade e o t縊 sonhado pertencimento. Na esfera privada ? qual seja as rela鋏es familiares e do contexto social prximo ? os adolescentes vivenciam a ruptura de vnculos e carecem da interven鈬o do Estado quanto efetiva鈬o de polticas pblicas que fomentem a resili麩cia. Os adolescentes reincidentes, al駑 disso, passam despercebidos pelas estruturas do Estado ou s縊 excludos por n縊 corresponderem aos padres de comportamento desejado (ou esperado), dado o problema dos estigmas ou rtulos sociais criados pela sociedade. Assim, apesar dos progressos conceituais acerca dos direitos e garantias infanto- juvenis, preponderam pr疸icas punitivas em detrimento ao car疸er socioeducativo das medidas, perdendo totalmente o sentido para os jovens. O abrigo se torna a moradia do acolhido. A estrutura desse ambiente prec疵ia. O tratamento n縊 se torna individualizado. O Sistema refor軋 a histria de segrega鈬o e desqualifica鈬o social. O rtulo da reincid麩cia funciona como um condutor para a focaliza鈬o cada vez maior do Sistema de Atendimento em medidas repressivas, que corroboram a manuten鈬o do adolescente no status que lhe atribudo.


Caractersticas

  • Ano: 2020
  • Autor: Marcella Marques de Carvalho
  • Selo: Dial騁ica
  • ISBN: 9786587401393
  • Nコ de P疊inas: 164


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A presente obra d enfoque 灣 crian軋s e adolescentes institucionalizados de forma precoce e prolongada, bem como as principais consequ麩cias deste instituto, tais como a falta de pertencimento dos acolhidos, a desprepara鈬o para o convvio no meio social, a inser鈬o e a reitera鈬o na vida criminosa. Diante disso, buscou-se apresentar os desafios das polticas de atendimento infanto-juvenis, de acordo com uma perspectiva histrica e cultural, desde as primeiras d馗adas do s馗ulo XVIII at a aplica鈬o das medidas socioeducativas de interna鈬o ? como meio de privativo de liberdade ? previstas pelo Estatuto da Crian軋 e do Adolescente (ECA) e reiteradas pelo Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). As determina鋏es da criminaliza鈬o aps o processo de institucionaliza鈬o t麥 como fonte a perda de pertencimento dos sujeitos acolhidos, fragilizando assim as possibilidades destes em encontrarem sentido e perspectivas para o futuro. As condi鋏es e o modo de vida das crian軋s e adolescentes retratam a vulnerabilidade e o fator de risco social, a desfilia鈬o (devido ao afastamento gerado entre a crian軋 e a famlia natural), a falta de base educacional e qualifica鈬o para o trabalho. Com isso, abrem-se as portas das drogas e do mundo criminoso, como forma ilusria de aliviar o sofrimento, experimentar novas formas de intera鈬o, adquirir visibilidade e o t縊 sonhado pertencimento. Na esfera privada ? qual seja as rela鋏es familiares e do contexto social prximo ? os adolescentes vivenciam a ruptura de vnculos e carecem da interven鈬o do Estado quanto efetiva鈬o de polticas pblicas que fomentem a resili麩cia. Os adolescentes reincidentes, al駑 disso, passam despercebidos pelas estruturas do Estado ou s縊 excludos por n縊 corresponderem aos padres de comportamento desejado (ou esperado), dado o problema dos estigmas ou rtulos sociais criados pela sociedade. Assim, apesar dos progressos conceituais acerca dos direitos e garantias infanto- juvenis, preponderam pr疸icas punitivas em detrimento ao car疸er socioeducativo das medidas, perdendo totalmente o sentido para os jovens. O abrigo se torna a moradia do acolhido. A estrutura desse ambiente prec疵ia. O tratamento n縊 se torna individualizado. O Sistema refor軋 a histria de segrega鈬o e desqualifica鈬o social. O rtulo da reincid麩cia funciona como um condutor para a focaliza鈬o cada vez maior do Sistema de Atendimento em medidas repressivas, que corroboram a manuten鈬o do adolescente no status que lhe atribudo.

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