Cinema em exílio

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Autor: Marca: Dialética Referência: 9786587403502

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Descrição

Este trabalho de pesquisa tem por objetivo principal realizar um estudo comparativo da tradução do blog Armiejski Dzionnik Franaka Viacorki (2009) para o filme ?yvie Bielarus! (2012). A narrativa de ambas as obras se passa em Belarus, ex-república soviética desde 1994 governada pelo ditador Aliaksandr Luka?enka, cuja agressiva política de russificação e perseguição a opositores atinge diretamente o ativista e estudante de jornalismo Franak Viacorka, que escreveu o blog durante o período que serviu ao exército na zona de Chernobyl, após ser expulso da faculdade, como punição por participar de manifestações contra o governo. O filme foi produzido na Polônia e proibido em Belarus. Com o aporte teórico de Roman Jakobson, no campo da Tradução Intersemiótica, Rosemary Arrojo, da Tradução Interlingual, Gilles Deleuze e Michel Foucault, para a discussão em torno da política e autoritarismo presentes nas narrativas, bem como autores belarussos como Uladzimier Arlou e Hienadz Sahanovic, que oferecem olhares internos da história e cultura belarussas, dentre vários outros nomes, este trabalho visa refletir sobre o papel da tradução como instrumento de resistência política em um mundo onde as mídias estão cada vez mais conectadas.


Características

  • Ano: 2020
  • Autor: PATERSON FRANCO COSTA
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786587403502
  • Nº de Páginas: 200


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Este trabalho de pesquisa tem por objetivo principal realizar um estudo comparativo da tradução do blog Armiejski Dzionnik Franaka Viacorki (2009) para o filme ?yvie Bielarus! (2012). A narrativa de ambas as obras se passa em Belarus, ex-república soviética desde 1994 governada pelo ditador Aliaksandr Luka?enka, cuja agressiva política de russificação e perseguição a opositores atinge diretamente o ativista e estudante de jornalismo Franak Viacorka, que escreveu o blog durante o período que serviu ao exército na zona de Chernobyl, após ser expulso da faculdade, como punição por participar de manifestações contra o governo. O filme foi produzido na Polônia e proibido em Belarus. Com o aporte teórico de Roman Jakobson, no campo da Tradução Intersemiótica, Rosemary Arrojo, da Tradução Interlingual, Gilles Deleuze e Michel Foucault, para a discussão em torno da política e autoritarismo presentes nas narrativas, bem como autores belarussos como Uladzimier Arlou e Hienadz Sahanovic, que oferecem olhares internos da história e cultura belarussas, dentre vários outros nomes, este trabalho visa refletir sobre o papel da tradução como instrumento de resistência política em um mundo onde as mídias estão cada vez mais conectadas.

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  • Nº de Páginas: 200


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