Escrita de si: a contribuição de Carolina de Jesus para a construção das subjetividades de mulheres negras de escola pública

Escrita de si: a contribuição de Carolina de Jesus para a construção das subjetividades de mulheres negras de escola pública

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527067733

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Descrição

De letras e tintas, a vida e as obras de uma mulher negra desvelam o real, o vivido e o narrado. O livro é um convite para percorrer os caminhos trilhados pela escritora negra Carolina Maria de Jesus, em suas vivências sociais até o reconhecimento literário. Os seus diários autobiográficos estabelecem relações entre passado e presente, são retratos individuais que podem se aproximar do cotidiano de estudantes negras de uma escola pública e propor discussões sobre as relações étnico raciais. Esse livro foi fruto de uma pesquisa que analisou elementos presentes na autobiografia de Carolina de Jesus que impactaram na escrita de si de estudantes negras de uma escola pública da Bahia. Os resultados dos ateliês autobiográficos mostram que alguns aspectos da vida da escritora ganham relevância na escrita autobiográfica das estudantes negras, sobretudo na percepção dos mecanismos sociais que tornam suas vozes marginalizadas e invisíveis. Ao mesmo tempo, a escola emerge, para as estudantes, como espaço de subversão, onde são possíveis resistências e outras construções das subjetividades, igualdade de direitos e oportunidades. O Brasil precisa ler Carolina Maria de Jesus para ver o seu reflexo diante do espelho. Somos todos, e para sempre, sujeitos do nosso tempo histórico por isso precisamos refletir sobre essa necessidade e direito de falar e de ser ouvido.



Características

  • Ano: 2025
  • Autor: Anderson dos Santos Dias
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527067733
  • Páginas: 188
  • Capa: Flexível


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De letras e tintas, a vida e as obras de uma mulher negra desvelam o real, o vivido e o narrado. O livro é um convite para percorrer os caminhos trilhados pela escritora negra Carolina Maria de Jesus, em suas vivências sociais até o reconhecimento literário. Os seus diários autobiográficos estabelecem relações entre passado e presente, são retratos individuais que podem se aproximar do cotidiano de estudantes negras de uma escola pública e propor discussões sobre as relações étnico raciais. Esse livro foi fruto de uma pesquisa que analisou elementos presentes na autobiografia de Carolina de Jesus que impactaram na escrita de si de estudantes negras de uma escola pública da Bahia. Os resultados dos ateliês autobiográficos mostram que alguns aspectos da vida da escritora ganham relevância na escrita autobiográfica das estudantes negras, sobretudo na percepção dos mecanismos sociais que tornam suas vozes marginalizadas e invisíveis. Ao mesmo tempo, a escola emerge, para as estudantes, como espaço de subversão, onde são possíveis resistências e outras construções das subjetividades, igualdade de direitos e oportunidades. O Brasil precisa ler Carolina Maria de Jesus para ver o seu reflexo diante do espelho. Somos todos, e para sempre, sujeitos do nosso tempo histórico por isso precisamos refletir sobre essa necessidade e direito de falar e de ser ouvido.

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  • Ano: 2025
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  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527067733
  • Páginas: 188
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