Estado de exceção e sistema jagunço: literatura e direito em Grande Sertão: Veredas

Estado de exceção e sistema jagunço: literatura e direito em Grande Sertão: Veredas

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527071037

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Descrição

A pluralidade temática e a multiplicidade de sentidos inerentes aos elementos da narrativa, presentes em Grande Sertão: Veredas, viabilizam propostas de leitura do romance rosiano sob variados enfoques. Este livro, mediante uma perspectiva interdisciplinar, tem por escopo analisar o sistema jagunço, aspecto central da trama, como possível representação alegórica de um estado de exceção, a exemplo do vivenciado na Alemanha nazista. Tal apreensão baseia-se nas concepções sobre alegoria desenvolvidas por Walter Benjamin em seu livro Origem do drama trágico alemão, realçando-se os pontos de convergência existentes entre as preleções do teórico alemão e a composição literária de Guimarães Rosa. A partir de tais interseções, identificam-se aspectos significantes pertinentes à trajetória do protagonista Riobaldo, em meio à jagunçagem, que refletem a experiência concernente à suspensão de um ordenamento normativo, própria do referido instituto jurídico. Destaca-se, nessa perspectiva, o potencial colaborativo das correspondências entre literatura e direito, as quais proporcionam formas dialógicas diferenciadas de percepção, questionamento, compreensão e reflexão acerca das relações humanas.



Características

  • Ano: 2025
  • Autor: Aline Crispino Pessôa Saraiva
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527071037
  • Páginas: 120
  • Capa: Flexível


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A pluralidade temática e a multiplicidade de sentidos inerentes aos elementos da narrativa, presentes em Grande Sertão: Veredas, viabilizam propostas de leitura do romance rosiano sob variados enfoques. Este livro, mediante uma perspectiva interdisciplinar, tem por escopo analisar o sistema jagunço, aspecto central da trama, como possível representação alegórica de um estado de exceção, a exemplo do vivenciado na Alemanha nazista. Tal apreensão baseia-se nas concepções sobre alegoria desenvolvidas por Walter Benjamin em seu livro Origem do drama trágico alemão, realçando-se os pontos de convergência existentes entre as preleções do teórico alemão e a composição literária de Guimarães Rosa. A partir de tais interseções, identificam-se aspectos significantes pertinentes à trajetória do protagonista Riobaldo, em meio à jagunçagem, que refletem a experiência concernente à suspensão de um ordenamento normativo, própria do referido instituto jurídico. Destaca-se, nessa perspectiva, o potencial colaborativo das correspondências entre literatura e direito, as quais proporcionam formas dialógicas diferenciadas de percepção, questionamento, compreensão e reflexão acerca das relações humanas.

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  • Ano: 2025
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  • Páginas: 120
  • Capa: Flexível


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