Estratégias de crescimento e reestruturação da indústria de carne bovina no Brasil: o papel de políticas públicas discricionárias

Estratégias de crescimento e reestruturação da indústria de carne bovina no Brasil: o papel de políticas públicas discricionárias

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786525210490

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Descrição

As grandes firmas de carnes no Brasil trazem uma idiossincrasia com relação à dinâmica de crescimento, quando comparadas com outras do setor. De um lado, sua expansão ocorre a partir da participação acionária de grupos de capital aberto com a composição de diversos agentes, entre eles o Governo, por meio do BNDES e fundos de investimentos ligados ao governo e, de outro, com a ausência de grupos estrangeiros atuantes no mercado de abates (somente como acionistas privados). Um segundo grupo de firmas, as não contempladas pelos empréstimos do governo, necessitam buscar outras soluções estratégicas para sobreviver num ambiente de competição acirrada. O presente texto teve dois objetivos, o primeiro, o de verificar qual o papel da participação do capital público nas estratégias de crescimento das empresas do setor e o segundo, a influência desse capital no desempenho das empresas. Os resultados permitiram analisar a estratégia das firmas neste cenário de importante reestruturação setorial. Os investimentos feitos pelas empresas com capital aberto e/ou com apoio do Estado são distintos, com aquisições e/ou diversificação de produtos e mercados. Com relação ao grupo de frigoríficos de capital fechado e sem aporte do governo, observou-se que este adota a estratégia de diferenciar suas atividades dentro do mesmo mercado, sem focar em aquisições.



Características

  • Ano: 2021
  • Autor: THIAGO BERNARDINO DE CARVALHO
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786525210490
  • Nº de Páginas: 164


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As grandes firmas de carnes no Brasil trazem uma idiossincrasia com relação à dinâmica de crescimento, quando comparadas com outras do setor. De um lado, sua expansão ocorre a partir da participação acionária de grupos de capital aberto com a composição de diversos agentes, entre eles o Governo, por meio do BNDES e fundos de investimentos ligados ao governo e, de outro, com a ausência de grupos estrangeiros atuantes no mercado de abates (somente como acionistas privados). Um segundo grupo de firmas, as não contempladas pelos empréstimos do governo, necessitam buscar outras soluções estratégicas para sobreviver num ambiente de competição acirrada. O presente texto teve dois objetivos, o primeiro, o de verificar qual o papel da participação do capital público nas estratégias de crescimento das empresas do setor e o segundo, a influência desse capital no desempenho das empresas. Os resultados permitiram analisar a estratégia das firmas neste cenário de importante reestruturação setorial. Os investimentos feitos pelas empresas com capital aberto e/ou com apoio do Estado são distintos, com aquisições e/ou diversificação de produtos e mercados. Com relação ao grupo de frigoríficos de capital fechado e sem aporte do governo, observou-se que este adota a estratégia de diferenciar suas atividades dentro do mesmo mercado, sem focar em aquisições.

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  • Nº de Páginas: 164


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