Inteligência artificial e direitos fundamentais: crise regulatória e governança preventiva

Inteligência artificial e direitos fundamentais: crise regulatória e governança preventiva

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786528809097

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Descrição

Um algoritmo classifica um réu como de alto risco e o juiz o condena à pena máxima. Um reconhecimento facial confunde rostos negros e prende um inocente. Uma plataforma nega benefícios a famílias vulneráveis. Quarenta mil câmeras varrem uma capital brasileira sem marco legal. Não são episódios isolados: são engrenagens de uma crise constitucional silenciosa.
Esta obra investiga em que medida a omissão estatal diante de sistemas de IA que decidem sobre liberdade, igualdade e dignidade configura inconstitucionalidade por omissão. A autora demonstra que a desregulação algorítmica não é neutra, mas escolha política com consequências sobre os grupos que o ordenamento mais deveria proteger.
Ancorada em Robert Alexy — na proibição da proteção insuficiente (Untermaßverbot) — e articulada a Lawrence Lessig ("o código é a lei") e a Stefano Rodotà, examina quatro casos paradigmáticos (COMPAS, Robert Williams, Indiana e Smart Sampa), confronta o AI Act, o modelo norte-americano e o PL 2.338/2023 e propõe o Modelo de Accountability Algorítmica: avaliação de impacto, auditabilidade contínua e supervisão humana significativa.
Mais que diagnóstico, é proposta. Em uma era em que a arquitetura computacional decide quem é vigiado, quem recebe crédito e quem acessa direitos básicos, reafirma: se o código governa, deve ser governado.
Indispensável para juristas, legisladores, pesquisadores em Direito Digital e profissionais de compliance.



Características

  • Ano: 2026
  • Autor: Marianna Campos Diniz do A. Ribeiro Santiago
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786528809097
  • Páginas: 104
  • Capa: Flexível


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Um algoritmo classifica um réu como de alto risco e o juiz o condena à pena máxima. Um reconhecimento facial confunde rostos negros e prende um inocente. Uma plataforma nega benefícios a famílias vulneráveis. Quarenta mil câmeras varrem uma capital brasileira sem marco legal. Não são episódios isolados: são engrenagens de uma crise constitucional silenciosa.
Esta obra investiga em que medida a omissão estatal diante de sistemas de IA que decidem sobre liberdade, igualdade e dignidade configura inconstitucionalidade por omissão. A autora demonstra que a desregulação algorítmica não é neutra, mas escolha política com consequências sobre os grupos que o ordenamento mais deveria proteger.
Ancorada em Robert Alexy — na proibição da proteção insuficiente (Untermaßverbot) — e articulada a Lawrence Lessig ("o código é a lei") e a Stefano Rodotà, examina quatro casos paradigmáticos (COMPAS, Robert Williams, Indiana e Smart Sampa), confronta o AI Act, o modelo norte-americano e o PL 2.338/2023 e propõe o Modelo de Accountability Algorítmica: avaliação de impacto, auditabilidade contínua e supervisão humana significativa.
Mais que diagnóstico, é proposta. Em uma era em que a arquitetura computacional decide quem é vigiado, quem recebe crédito e quem acessa direitos básicos, reafirma: se o código governa, deve ser governado.
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  • Ano: 2026
  • Autor: Marianna Campos Diniz do A. Ribeiro Santiago
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786528809097
  • Páginas: 104
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