Intelig麩cia artificial nas campanhas eleitorais: a democracia das plataformas no banco dos r騏s

Intelig麩cia artificial nas campanhas eleitorais: a democracia das plataformas no banco dos r騏s

Autor: Marca: Dial騁ica Refer麩cia: 9786558775256

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Descri鈬o

A liberdade de manifesta鈬o do pensamento um direito assegurado pelo legislador constituinte brasileiro, que ratificou importantes Declara鋏es de Direitos e Constitui鋏es de pases democr疸icos. Trata-se, portanto, de uma das premissas mais relevantes para a pluralidade de ideias, de objetivos e de expectativas em uma democracia. No Brasil, o poder emana do povo, ou seja, o soberano justamente aquele que, por meio do voto, escolhe quem, em nome dele, representar o Estado Brasileiro (Presidente da Repblica), o estado-membro (senadores) e o povo (deputados). Como a prpria Constitui鈬o Federal assegura, o poder pode ser exercido por representantes eleitos ou diretamente pelo soberano, por meio de referendos, plebiscitos e projetos de iniciativa popular. Na busca pelo princpio da isonomia, nem sempre o candidato que conquistou o voto do eleitor escolhido para represent-lo, uma vez que a equa鈬o matem疸ica para definir a representatividade, criada com o intuito de equidade, apresenta questes controversas. Nesse caso, a representa鈬o se d atrav駸 da coliga鈬o e dos acordos feitos na campanha eleitoral, a maioria alheios ao conhecimento e, sobretudo, opini縊 do eleitor. Al駑 deste, existem ainda outros aspectos, amplamente discutidos, em que se pe em dvida o verdadeiro ideal de democracia e de representatividade ligados briga pelas prerrogativas constitucionais dadas aos partidos como tempo de r疆io e TV na propaganda eleitoral e recursos do Fundo Partid疵io e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha ? FEFC, criado em 2018, com remanejamento de verbas da antiga propaganda partid疵ia e de emendas parlamentares. H, nesse sentido, uma ampla crise de representatividade, de legitimidade, de participa鈬o e de reconhecimento do eleitor com o seu sistema. E isto se d, em grande parte, tamb駑 em raz縊 da aus麩cia de polticas pblicas que possam atender, ainda que em pequenssima escala, os anseios populares e os direitos sociais fundamentais educa鈬o, sade, alimenta鈬o, moradia, seguran軋 pblica, ao transporte, ao lazer, ao trabalho etc., todos previstos pelo legislador constitucional. O perodo de grandes transforma鋏es tecnolgicas no qual a informa鈬o abundante permite ao cidad縊 ter ampliada a capacidade de manifestar sua opini縊, seja ela de esperan軋 ou de indigna鈬o, por uma agenda nacional ou internacional, por melhores pr疸icas pblicas e aplica鈬o correta de verbas do contribuinte. A nova arquitetura de participa鈬o no contexto democr疸ico, aliada 灣 for軋s que t麥 revolucionado especialmente o setor privado, como a tecnologia, a globaliza鈬o e a opini縊 dos consumidores, tamb駑 chegaram ao Estado. A obriga鈬o de reinvent-lo emerge de forma a colocar em risco a autoridade e a seguran軋 que o Leviat Hobbesiano, atrav駸 do contrato social, havia prometido no s馗ulo XVII. Os inmeros casos de corrup鈬o, o foro privilegiado e, por conseguinte, a impunidade e as decises que mudam ao sabor do r騏 e das circunst穗cias proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, s縊 alguns dos aspectos que desnudam as razes pelas quais o pas, com tanta riqueza, n縊 oferece a seus cidad縊s o mnimo devido sobreviv麩cia. Aparentemente, a promessa do mundo conectado em prol de melhorias para o eleitor apresenta alguns problemas democr疸icos. A liberdade da escolha parece amea軋da pelo mesmo desejo de estar conectado. S縊 programa鋏es algortmicas das quais n縊 se tem ideia dos crit駻ios utilizados e objetivos para os quais s縊 elaborados e lan軋dos ao pblico, de forma manipulada; robs contratados para viralizar propaganda eleitoral e fake news; programa鋏es nebulosas com intuito de manipular a opini縊 pblica em prol de interesses dos candidatos. O que parecia fic鈬o cientfica realidade e est impregnada nos processos eleitorais. As plataformas, enfim, demonstraram sua for軋. ノ o poder do capital construdo no conhecimento de sistemas tecnolgicos a servi輟 das velhas pr疸icas da poltica. O Livro: "INTELIGハNCIA ARTIFICIAL NAS CAMPANHAS ELEITORAIS: A democracia das plataformas no banco dos r騏s", traz lume discusses e reflexes oportunas acerca da Liberdade de Manifesta鈬o, da Escolha do Voto e das influ麩cias positivas e negativas que as redes sociais est縊 trazendo democracia brasileira. ノ um livro dividido em quatro captulos: a) Democracia na Web; b) Liberdade de manifesta鈬o: direito fundamental; c) A democracia das plataformas; d) Abuso de poder, regula鈬o da Internet e Responsabilidade de eleitor; Sugere-se, ao final, a cria鈬o de uma nova forma de abuso de poder: o tecnolgico. Como identificar esse abuso e trat-lo luz da legisla鈬o, s縊 algumas das an疝ises que a autora prope.


Caractersticas

Caractersticas


  • Ano: 2021
  • Autor: LUZIANE DE FIGUEIREDO SIMテO LEAL
  • Selo: Dial騁ica
  • ISBN: 9786558775256
  • Nコ de P疊inas: 252


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A liberdade de manifesta鈬o do pensamento um direito assegurado pelo legislador constituinte brasileiro, que ratificou importantes Declara鋏es de Direitos e Constitui鋏es de pases democr疸icos. Trata-se, portanto, de uma das premissas mais relevantes para a pluralidade de ideias, de objetivos e de expectativas em uma democracia. No Brasil, o poder emana do povo, ou seja, o soberano justamente aquele que, por meio do voto, escolhe quem, em nome dele, representar o Estado Brasileiro (Presidente da Repblica), o estado-membro (senadores) e o povo (deputados). Como a prpria Constitui鈬o Federal assegura, o poder pode ser exercido por representantes eleitos ou diretamente pelo soberano, por meio de referendos, plebiscitos e projetos de iniciativa popular. Na busca pelo princpio da isonomia, nem sempre o candidato que conquistou o voto do eleitor escolhido para represent-lo, uma vez que a equa鈬o matem疸ica para definir a representatividade, criada com o intuito de equidade, apresenta questes controversas. Nesse caso, a representa鈬o se d atrav駸 da coliga鈬o e dos acordos feitos na campanha eleitoral, a maioria alheios ao conhecimento e, sobretudo, opini縊 do eleitor. Al駑 deste, existem ainda outros aspectos, amplamente discutidos, em que se pe em dvida o verdadeiro ideal de democracia e de representatividade ligados briga pelas prerrogativas constitucionais dadas aos partidos como tempo de r疆io e TV na propaganda eleitoral e recursos do Fundo Partid疵io e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha ? FEFC, criado em 2018, com remanejamento de verbas da antiga propaganda partid疵ia e de emendas parlamentares. H, nesse sentido, uma ampla crise de representatividade, de legitimidade, de participa鈬o e de reconhecimento do eleitor com o seu sistema. E isto se d, em grande parte, tamb駑 em raz縊 da aus麩cia de polticas pblicas que possam atender, ainda que em pequenssima escala, os anseios populares e os direitos sociais fundamentais educa鈬o, sade, alimenta鈬o, moradia, seguran軋 pblica, ao transporte, ao lazer, ao trabalho etc., todos previstos pelo legislador constitucional. O perodo de grandes transforma鋏es tecnolgicas no qual a informa鈬o abundante permite ao cidad縊 ter ampliada a capacidade de manifestar sua opini縊, seja ela de esperan軋 ou de indigna鈬o, por uma agenda nacional ou internacional, por melhores pr疸icas pblicas e aplica鈬o correta de verbas do contribuinte. A nova arquitetura de participa鈬o no contexto democr疸ico, aliada 灣 for軋s que t麥 revolucionado especialmente o setor privado, como a tecnologia, a globaliza鈬o e a opini縊 dos consumidores, tamb駑 chegaram ao Estado. A obriga鈬o de reinvent-lo emerge de forma a colocar em risco a autoridade e a seguran軋 que o Leviat Hobbesiano, atrav駸 do contrato social, havia prometido no s馗ulo XVII. Os inmeros casos de corrup鈬o, o foro privilegiado e, por conseguinte, a impunidade e as decises que mudam ao sabor do r騏 e das circunst穗cias proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, s縊 alguns dos aspectos que desnudam as razes pelas quais o pas, com tanta riqueza, n縊 oferece a seus cidad縊s o mnimo devido sobreviv麩cia. Aparentemente, a promessa do mundo conectado em prol de melhorias para o eleitor apresenta alguns problemas democr疸icos. A liberdade da escolha parece amea軋da pelo mesmo desejo de estar conectado. S縊 programa鋏es algortmicas das quais n縊 se tem ideia dos crit駻ios utilizados e objetivos para os quais s縊 elaborados e lan軋dos ao pblico, de forma manipulada; robs contratados para viralizar propaganda eleitoral e fake news; programa鋏es nebulosas com intuito de manipular a opini縊 pblica em prol de interesses dos candidatos. O que parecia fic鈬o cientfica realidade e est impregnada nos processos eleitorais. As plataformas, enfim, demonstraram sua for軋. ノ o poder do capital construdo no conhecimento de sistemas tecnolgicos a servi輟 das velhas pr疸icas da poltica. O Livro: "INTELIGハNCIA ARTIFICIAL NAS CAMPANHAS ELEITORAIS: A democracia das plataformas no banco dos r騏s", traz lume discusses e reflexes oportunas acerca da Liberdade de Manifesta鈬o, da Escolha do Voto e das influ麩cias positivas e negativas que as redes sociais est縊 trazendo democracia brasileira. ノ um livro dividido em quatro captulos: a) Democracia na Web; b) Liberdade de manifesta鈬o: direito fundamental; c) A democracia das plataformas; d) Abuso de poder, regula鈬o da Internet e Responsabilidade de eleitor; Sugere-se, ao final, a cria鈬o de uma nova forma de abuso de poder: o tecnolgico. Como identificar esse abuso e trat-lo luz da legisla鈬o, s縊 algumas das an疝ises que a autora prope.

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  • Ano: 2021
  • Autor: LUZIANE DE FIGUEIREDO SIMテO LEAL
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  • ISBN: 9786558775256
  • Nコ de P疊inas: 252


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