Matéria escura e gravidade quântica: matéria escura sem matéria - uma nova abordagem

Matéria escura e gravidade quântica: matéria escura sem matéria - uma nova abordagem

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786528801732

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Descrição

Estou convencido de que os sonhos mantêm as pessoas idosas com um sopro vital de juventude. Os gregos antigos, e antes deles, egípcios, sumérios – até onde alcançam os registros históricos –, viam os sonhos como uma porta de comunicação com os mortos, um instrumento divinatório capaz de harmonizar – ou não – o presente candente com o futuro obscuro e incerto. Este é o óneiron, o sonho que nos acomete durante o sono, que pode ter um tema relacionado a fatos presentes na memória, ou que pode ser direcionado pela vontade – com algum treino – a assuntos prazerosos que tornam o sono mais leve. E existe outro tipo de sonho, voltado à resolução aparentemente inalcançável de enigmas científicos ou estéticos perseguidos pela mente desperta, e temos inúmeros relatos por cientistas famosos (August Kekulé e a fórmula hexagonal do benzeno, Dmitri Mendeleiev e a tabela periódica, Niels Bohr e o modelo atômico), ou criadores artísticos (Paul McCartney e as músicas Yesterday e Let it Be, Keith Richards com Satisfaction), de que o impacto onírico foi forte o suficiente a ponto de acordá-los de um sono agitado para que o registrassem em detalhe. Algo assim ocorreu quando, no segundo dia de um curso que estava ministrando na XII Escola do CBPF, em julho de 2019, acordei às 3 horas da madrugada para rabiscar um rascunho basicamente figurativo do presente trabalho.
Sendo assim, bem-vindos ao meu sonho, e boa viagem.



Características

  • Ano: 2026
  • Autor: Armando Flavio Rodrigues
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786528801732
  • Páginas: 244
  • Capa: Flexível


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Estou convencido de que os sonhos mantêm as pessoas idosas com um sopro vital de juventude. Os gregos antigos, e antes deles, egípcios, sumérios – até onde alcançam os registros históricos –, viam os sonhos como uma porta de comunicação com os mortos, um instrumento divinatório capaz de harmonizar – ou não – o presente candente com o futuro obscuro e incerto. Este é o óneiron, o sonho que nos acomete durante o sono, que pode ter um tema relacionado a fatos presentes na memória, ou que pode ser direcionado pela vontade – com algum treino – a assuntos prazerosos que tornam o sono mais leve. E existe outro tipo de sonho, voltado à resolução aparentemente inalcançável de enigmas científicos ou estéticos perseguidos pela mente desperta, e temos inúmeros relatos por cientistas famosos (August Kekulé e a fórmula hexagonal do benzeno, Dmitri Mendeleiev e a tabela periódica, Niels Bohr e o modelo atômico), ou criadores artísticos (Paul McCartney e as músicas Yesterday e Let it Be, Keith Richards com Satisfaction), de que o impacto onírico foi forte o suficiente a ponto de acordá-los de um sono agitado para que o registrassem em detalhe. Algo assim ocorreu quando, no segundo dia de um curso que estava ministrando na XII Escola do CBPF, em julho de 2019, acordei às 3 horas da madrugada para rabiscar um rascunho basicamente figurativo do presente trabalho.
Sendo assim, bem-vindos ao meu sonho, e boa viagem.

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  • ISBN: 9786528801732
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