Nascimento da Biopolícia: polícia e biopolítica em Michel Foucault

Nascimento da Biopolícia: polícia e biopolítica em Michel Foucault

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527088660

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Descrição

Em um mergulho nas malhas do poder, este livro desvenda como Michel Foucault, através de uma arqueogenealogia, desvendou nossa compreensão sobre a polícia e sua relação com a biopolítica, revelando mecanismos ocultos que moldam a sociedade desde os séculos XVII e XVIII. Longe de ser uma simples força repressiva, a polícia emerge aqui como um aparato político sofisticado, arquiteto invisível de uma nova ordem que transforma corpos em números e populações em laboratórios de controle. A biopolítica revela-se a chave mestra, pois é a partir dela que pôde-se tecer uma genealogia da polícia como uma tecnologia de poder que não mais cerceia, mas gerencia a vida – da natalidade às políticas de saúde.

Esta obra nos mostra como a governamentalidade se infiltra em nossos corpos, através dos recônditos do pensamento, permeada por uma tecnologia política dos indivíduos chamada polícia. Indispensável para estudiosos das humanidades, profissionais de segurança pública e todo cidadão que deseja decifrar as regras não escritas do jogo social, este livro é mais que uma análise acadêmica: é um manual de autodefesa intelectual. Ao revelar que a polícia, ao contrário do que fazem intérpretes apressados, é mais uma tecnologia assujeitada ao biopoder do que um mecanismo autônomo e autogerenciado, este livro nos mostra como os sujeitos da lógica do biopoder são também e sobretudo assujeitados a ele. Polícia e biopolítica são indissociáveis, por isso, uma (bio)polícia.



Características

  • Ano: 2025
  • Autor: João Jânio Da Silva Lira
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527088660
  • Páginas: 132
  • Capa: Flexível


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Em um mergulho nas malhas do poder, este livro desvenda como Michel Foucault, através de uma arqueogenealogia, desvendou nossa compreensão sobre a polícia e sua relação com a biopolítica, revelando mecanismos ocultos que moldam a sociedade desde os séculos XVII e XVIII. Longe de ser uma simples força repressiva, a polícia emerge aqui como um aparato político sofisticado, arquiteto invisível de uma nova ordem que transforma corpos em números e populações em laboratórios de controle. A biopolítica revela-se a chave mestra, pois é a partir dela que pôde-se tecer uma genealogia da polícia como uma tecnologia de poder que não mais cerceia, mas gerencia a vida – da natalidade às políticas de saúde.

Esta obra nos mostra como a governamentalidade se infiltra em nossos corpos, através dos recônditos do pensamento, permeada por uma tecnologia política dos indivíduos chamada polícia. Indispensável para estudiosos das humanidades, profissionais de segurança pública e todo cidadão que deseja decifrar as regras não escritas do jogo social, este livro é mais que uma análise acadêmica: é um manual de autodefesa intelectual. Ao revelar que a polícia, ao contrário do que fazem intérpretes apressados, é mais uma tecnologia assujeitada ao biopoder do que um mecanismo autônomo e autogerenciado, este livro nos mostra como os sujeitos da lógica do biopoder são também e sobretudo assujeitados a ele. Polícia e biopolítica são indissociáveis, por isso, uma (bio)polícia.

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  • Ano: 2025
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  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527088660
  • Páginas: 132
  • Capa: Flexível


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