O Colono Português, o Assimilado e o Indígena: três sujeitos sociológicos no Moçambique-colônia

O Colono Português, o Assimilado e o Indígena: três sujeitos sociológicos no Moçambique-colônia

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527081333

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Descrição

No processo de construção da identidade ou de sujeitos sociológicos em Moçambique, evidenciaram-se as tensões tanto no Moçambique-colônia, quanto durante a revolução do pós-independência. Assim sendo, três sujeitos sociológicos se evidenciaram na história de Moçambique-colônia: o colono português, o assimilado e o indígena moçambicano. O colono português era considerado, pelo Estado e pelas elites coloniais, como sendo o “civilizado” e seu cidadão de eleição. Os indígenas, por outro lado, eram classificados como os moçambicanos negros desprovidos de valores e hábitos “civilizados”, e como tal, deveriam ser tutelados pelo Estado ou mesmo pelos setores “civilizados” da colônia. Entre esses dois extremos – colono português e indígena –, encontrava-se o assimilado. Este, segundo a definição estatal, havia superado a condição de indígena e se tornara um cidadão português.



Características

  • Ano: 2026
  • Autor: José Armando Vicente
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527081333
  • Páginas: 148
  • Capa: Flexível


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No processo de construção da identidade ou de sujeitos sociológicos em Moçambique, evidenciaram-se as tensões tanto no Moçambique-colônia, quanto durante a revolução do pós-independência. Assim sendo, três sujeitos sociológicos se evidenciaram na história de Moçambique-colônia: o colono português, o assimilado e o indígena moçambicano. O colono português era considerado, pelo Estado e pelas elites coloniais, como sendo o “civilizado” e seu cidadão de eleição. Os indígenas, por outro lado, eram classificados como os moçambicanos negros desprovidos de valores e hábitos “civilizados”, e como tal, deveriam ser tutelados pelo Estado ou mesmo pelos setores “civilizados” da colônia. Entre esses dois extremos – colono português e indígena –, encontrava-se o assimilado. Este, segundo a definição estatal, havia superado a condição de indígena e se tornara um cidadão português.

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