O dilema de Sísifo e a Lei do Superendividamento: paradoxos da Lei 14.871/2021 em relação ao consumidor superendividado de baixa renda

O dilema de Sísifo e a Lei do Superendividamento: paradoxos da Lei 14.871/2021 em relação ao consumidor superendividado de baixa renda

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527097754

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Descrição

O presente trabalho é fruto da dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Direito nas Relações Econômicas e Sociais na Faculdade de Direito Milton Campos e tem como objetivo discutir os paradoxos da Lei 14.181/2021, chamada de “Lei do Superendividamento”, com ênfase no conceito de mínimo existencial, à luz da estrutura constitucional de garantia dos direitos fundamentais sociais. Parte-se da hipótese de que esse conceito pode servir de fundamento para a atuação do Poder Judiciário diante da persistente desigualdade e pobreza no contexto da sociedade de consumo brasileira amparada por esta legislação. Para tanto, utiliza-se o método hipotético-dedutivo, com base em pesquisa bibliográfica qualitativa de natureza aplicada, a fim de verificar a compatibilidade do conceito de mínimo existencial, como critério definidor do superendividamento, com os preceitos da Constituição Federal. Conclui-se haver necessidade de adoção de uma concepção ampliada de mínimo existencial, bem como o reconhecimento da legitimidade da intervenção judicial sempre que o valor regulamentado se mostrar incompatível com o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.



Características

  • Ano: 2026
  • Autor: Sérgio Henrique Cordeiro Caldas Fernandes
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527097754
  • Páginas: 132
  • Capa: Flexível


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O presente trabalho é fruto da dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Direito nas Relações Econômicas e Sociais na Faculdade de Direito Milton Campos e tem como objetivo discutir os paradoxos da Lei 14.181/2021, chamada de “Lei do Superendividamento”, com ênfase no conceito de mínimo existencial, à luz da estrutura constitucional de garantia dos direitos fundamentais sociais. Parte-se da hipótese de que esse conceito pode servir de fundamento para a atuação do Poder Judiciário diante da persistente desigualdade e pobreza no contexto da sociedade de consumo brasileira amparada por esta legislação. Para tanto, utiliza-se o método hipotético-dedutivo, com base em pesquisa bibliográfica qualitativa de natureza aplicada, a fim de verificar a compatibilidade do conceito de mínimo existencial, como critério definidor do superendividamento, com os preceitos da Constituição Federal. Conclui-se haver necessidade de adoção de uma concepção ampliada de mínimo existencial, bem como o reconhecimento da legitimidade da intervenção judicial sempre que o valor regulamentado se mostrar incompatível com o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.

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  • Páginas: 132
  • Capa: Flexível


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