Este estudo se propôs a conhecer como os profissionais do Juizado Especial Central Criminal do Distrito Federal ? Juiz de Direito, Promotor de Justiça, Defensor Público, Conciliador e Técnicos Psicossociais ? utilizavam o processo de mediação para trabalhar com famílias em conflito, cujos participantes buscavam respostas e resoluções para suas crises através da intervenção do Poder Judiciário, sendo que a violência intrafamiliar se destacou como o delito de maior incidência. Em se tratando de conflitos familiares, a mediação se caracteriza como um recurso para a negociação, permitindo que os participantes, com a facilitação de um terceiro, cheguem a um entendimento que se ajuste às suas necessidades, promovendo ganhos mútuos. Assim, em situações de violência medeiam-se novas possíveis regras de convivência intrafamiliar, ressignificando as responsabilidades de cada um, especialmente quando houver continuidade no relacionamento. A fim de compreender melhor tais questões dentro do contexto judicial, utilizou-se da observação participante e da entrevista semiestruturada com os profissionais e com uma família em situação de conflito, cujos dados foram interpretados segundo o método da hermenêutica de profundidade, a partir de uma investigação qualitativa, com enfoque do pensamento sistêmico novoparadigmático, cujos resultados propiciaram o entendimento quanto à relevância da utilização da mediação como instrumento possível de transformação de conflitos, além de levantar questionamentos para serem refletidos e repensados sobre este tema.
Características
Ano: 2020
Autor: Eliane Pelles Machado Amorim
Selo: Dialética
ISBN: 9786588068793
Páginas: 116
Capa: Flexível
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Este estudo se propôs a conhecer como os profissionais do Juizado Especial Central Criminal do Distrito Federal ? Juiz de Direito, Promotor de Justiça, Defensor Público, Conciliador e Técnicos Psicossociais ? utilizavam o processo de mediação para trabalhar com famílias em conflito, cujos participantes buscavam respostas e resoluções para suas crises através da intervenção do Poder Judiciário, sendo que a violência intrafamiliar se destacou como o delito de maior incidência. Em se tratando de conflitos familiares, a mediação se caracteriza como um recurso para a negociação, permitindo que os participantes, com a facilitação de um terceiro, cheguem a um entendimento que se ajuste às suas necessidades, promovendo ganhos mútuos. Assim, em situações de violência medeiam-se novas possíveis regras de convivência intrafamiliar, ressignificando as responsabilidades de cada um, especialmente quando houver continuidade no relacionamento. A fim de compreender melhor tais questões dentro do contexto judicial, utilizou-se da observação participante e da entrevista semiestruturada com os profissionais e com uma família em situação de conflito, cujos dados foram interpretados segundo o método da hermenêutica de profundidade, a partir de uma investigação qualitativa, com enfoque do pensamento sistêmico novoparadigmático, cujos resultados propiciaram o entendimento quanto à relevância da utilização da mediação como instrumento possível de transformação de conflitos, além de levantar questionamentos para serem refletidos e repensados sobre este tema.
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