Schopenhauer e o argumento por analogia na transi鈬o da apar麩cia para a coisa em si

Schopenhauer e o argumento por analogia na transi鈬o da apar麩cia para a coisa em si

Autor: Marca: Dial騁ica Refer麩cia: 9786525218526

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Descri鈬o

No ァ19 de O mundo como vontade e como representa鈬o, Schopenhauer procura desvendar a ess麩cia do mundo por meio de uma decisiva e controversa analogia com nosso prprio corpo. Com base nas considera鋏es da bibliografia especializada, dois questionamentos se impem: a) pode-se sustentar que a analogia funcione como uma prova, tendo em vista as fortes obje鋏es a que ela est sujeita, de uma perspectiva da lgica cl疽sica? E, b) se ela se configura como um instrumento de acesso ess麩cia do mundo, o conhecimento dessa ess麩cia t縊 certo quanto aquele mais imediato, percebido por cada um a partir de seu corpo? Cada uma dessas questes ser analisada contra um pano de fundo especfico: a primeira, luz da teoria do conhecimento de Schopenhauer, a segunda, a partir de sua crtica da maneira como Kant aborda o problema da coisa em si. Caso a analogia seja lida como um "argumento retrico", que n縊 tem a inten鈬o de provar uma tese com corre鈬o formal, mas persuadir o interlocutor de sua verossimilhan軋, as discusses sobre sua validade lgica redundariam secund疵ias. Essa a chave de leitura proposta aqui como alternativa, e que suscita uma terceira quest縊: possvel esperar que essa verossimilhan軋 seja convertida, de fato, num conhecimento verdadeiro do car疸er mais ntimo do mundo? Essa resposta ser buscada, sobretudo, em manuais de retrica e nos pontos de contato que o prprio Schopenhauer destacou entre a sua metafsica e as ci麩cias empricas de sua 駱oca.



Caractersticas

  • Ano: 2022
  • Autor: Matheus Freitas
  • Selo: Dial騁ica
  • ISBN: 9786525218526
  • Nコ de P疊inas: 152
  • Capa: Flexvel


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No ァ19 de O mundo como vontade e como representa鈬o, Schopenhauer procura desvendar a ess麩cia do mundo por meio de uma decisiva e controversa analogia com nosso prprio corpo. Com base nas considera鋏es da bibliografia especializada, dois questionamentos se impem: a) pode-se sustentar que a analogia funcione como uma prova, tendo em vista as fortes obje鋏es a que ela est sujeita, de uma perspectiva da lgica cl疽sica? E, b) se ela se configura como um instrumento de acesso ess麩cia do mundo, o conhecimento dessa ess麩cia t縊 certo quanto aquele mais imediato, percebido por cada um a partir de seu corpo? Cada uma dessas questes ser analisada contra um pano de fundo especfico: a primeira, luz da teoria do conhecimento de Schopenhauer, a segunda, a partir de sua crtica da maneira como Kant aborda o problema da coisa em si. Caso a analogia seja lida como um "argumento retrico", que n縊 tem a inten鈬o de provar uma tese com corre鈬o formal, mas persuadir o interlocutor de sua verossimilhan軋, as discusses sobre sua validade lgica redundariam secund疵ias. Essa a chave de leitura proposta aqui como alternativa, e que suscita uma terceira quest縊: possvel esperar que essa verossimilhan軋 seja convertida, de fato, num conhecimento verdadeiro do car疸er mais ntimo do mundo? Essa resposta ser buscada, sobretudo, em manuais de retrica e nos pontos de contato que o prprio Schopenhauer destacou entre a sua metafsica e as ci麩cias empricas de sua 駱oca.

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