Canudos Sob as Águas da Ilusão

Canudos Sob as Águas da Ilusão

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527411932

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Descrição

CANUDOS SOB AS ÁGUAS DA ILUSÃO é um ensaio, no qual o autor, Eldon Canário, nascido no povoado inundado pelas águas de um açude, faz uma crítica contundente sobre a construção da barragem que submergiu um sítio histórico da maior importância. O Belo Monte, fundado pelo beato Antônio Conselheiro, depois de peregrinar por um quarto de século pelo interior da Bahia, era, na verdade, o embrião de um Estado Cidade, localizado no interior da Bahia, na margem esquerda do Rio Vaza-Barris, onde o Conselheiro era o líder supremo. Ali não se permitia o consumo de bebidas alcoólicas, não havia prostituição e todos tinham onde trabalhar e não havia fome. Isso aguçou a ira da Igreja, dos grandes latifundiários da região e, finalmente, do Exército nacional, desembocando numa guerra fratricida que destruiu, por completo, a Aldeia Sagrada, reconstruída, anos depois, por novos habitantes e sobreviventes da guerra. Embora houvesse outras opções, o Governo optou por represar o Vaza-Barris. Destruído, antes, pelo fogo, Canudos foi, definitivamente, destruído pelas águas do Açude Cocorobó. Cometeu-se, desse modo, um crime irreparável contra a Memória Nacional.



Características

  • Autor: Eldon Canário
  • Selo: Dialética Literária
  • ISBN: 9786527411932
  • Páginas: 92
  • Capa: Flexível
  • Ano: 2025


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CANUDOS SOB AS ÁGUAS DA ILUSÃO é um ensaio, no qual o autor, Eldon Canário, nascido no povoado inundado pelas águas de um açude, faz uma crítica contundente sobre a construção da barragem que submergiu um sítio histórico da maior importância. O Belo Monte, fundado pelo beato Antônio Conselheiro, depois de peregrinar por um quarto de século pelo interior da Bahia, era, na verdade, o embrião de um Estado Cidade, localizado no interior da Bahia, na margem esquerda do Rio Vaza-Barris, onde o Conselheiro era o líder supremo. Ali não se permitia o consumo de bebidas alcoólicas, não havia prostituição e todos tinham onde trabalhar e não havia fome. Isso aguçou a ira da Igreja, dos grandes latifundiários da região e, finalmente, do Exército nacional, desembocando numa guerra fratricida que destruiu, por completo, a Aldeia Sagrada, reconstruída, anos depois, por novos habitantes e sobreviventes da guerra. Embora houvesse outras opções, o Governo optou por represar o Vaza-Barris. Destruído, antes, pelo fogo, Canudos foi, definitivamente, destruído pelas águas do Açude Cocorobó. Cometeu-se, desse modo, um crime irreparável contra a Memória Nacional.

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  • Autor: Eldon Canário
  • Selo: Dialética Literária
  • ISBN: 9786527411932
  • Páginas: 92
  • Capa: Flexível
  • Ano: 2025


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