Lembranças de Canudos - 3ª Edição

Lembranças de Canudos - 3ª Edição

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527411734

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Descrição

LEMBRANÇAS DE CANUDOS fala de um lugar onde antes existiu a comunidade do Belo Monte, fundada pelo beato Antônio Conselheiro, depois de percorrer, por 25 anos, o interior da Bahia, pregando a renúncia aos bens materiais, o jejum e a salvação das almas dos seus inúmeros e fiéis seguidores. Em 1897, numa guerra fratricida, e após três investidas, sem sucesso, o Exército nacional conseguiu, finalmente, se impor aos jagunços conselheiristas, que defenderam a Aldeia Sagrada, até o extermínio total. Reconstruído no início do século XX, com o antigo nome de Canudos, lá se instalou o DNOCS - Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, com a missão de construir a rodovia Transnordestina, ligando Feira de Santana, na Bahia, a Fortaleza, no Ceará. Nesse período, Canudos conheceu seus dias de glória, beneficiado com a presença do órgão federal de combate às secas e do DNER - Departamento Nacional de Estradas e Rodagens. A chegada de dezenas de funcionários, caminhões, caminhonetes, automóveis, máquinas pesadas, rádio, geladeira e água encanada de boa qualidade mudaram, radicalmente, a vida em Canudos. Concluída a estrada, e entregue a sua conservação ao DNER, o DNOCS construiu um açude, cujas águas destruíram o histórico povoado. Nesta obra, Eldon Canário revive os tempos de esplendor de Canudos, com suas festas religiosas e profanas; os seus habitantes beneficiados pelos salários pagos pelo DNOCS e o DNER, até ser destruído pelas águas do Açude Cocorobó.



Características

  • Autor: Eldon Canário
  • Selo: Dialética Literária
  • ISBN: 9786527411734
  • Páginas: 104
  • Capa: Flexível
  • Ano: 2025


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LEMBRANÇAS DE CANUDOS fala de um lugar onde antes existiu a comunidade do Belo Monte, fundada pelo beato Antônio Conselheiro, depois de percorrer, por 25 anos, o interior da Bahia, pregando a renúncia aos bens materiais, o jejum e a salvação das almas dos seus inúmeros e fiéis seguidores. Em 1897, numa guerra fratricida, e após três investidas, sem sucesso, o Exército nacional conseguiu, finalmente, se impor aos jagunços conselheiristas, que defenderam a Aldeia Sagrada, até o extermínio total. Reconstruído no início do século XX, com o antigo nome de Canudos, lá se instalou o DNOCS - Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, com a missão de construir a rodovia Transnordestina, ligando Feira de Santana, na Bahia, a Fortaleza, no Ceará. Nesse período, Canudos conheceu seus dias de glória, beneficiado com a presença do órgão federal de combate às secas e do DNER - Departamento Nacional de Estradas e Rodagens. A chegada de dezenas de funcionários, caminhões, caminhonetes, automóveis, máquinas pesadas, rádio, geladeira e água encanada de boa qualidade mudaram, radicalmente, a vida em Canudos. Concluída a estrada, e entregue a sua conservação ao DNER, o DNOCS construiu um açude, cujas águas destruíram o histórico povoado. Nesta obra, Eldon Canário revive os tempos de esplendor de Canudos, com suas festas religiosas e profanas; os seus habitantes beneficiados pelos salários pagos pelo DNOCS e o DNER, até ser destruído pelas águas do Açude Cocorobó.

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  • Autor: Eldon Canário
  • Selo: Dialética Literária
  • ISBN: 9786527411734
  • Páginas: 104
  • Capa: Flexível
  • Ano: 2025


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