Evolução das taxas de fecundidade para adolescentes no Brasil e macrorregiões, 2012-2021

Evolução das taxas de fecundidade para adolescentes no Brasil e macrorregiões, 2012-2021

Autor: Marca: Dialética Referência: 9786527084853

Carregando...
Simulador de Frete
- Calcular frete


 

Descrição

Esta dissertação de mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública oferece uma análise temporal e regional robusta sobre a evolução das Taxas de Fecundidade em Adolescentes (TEF) no Brasil, no período de 2012 a 2021, comparando-as com as de mulheres em Idade Materna Avançada (IMA: 35-44 anos).

O estudo, de natureza ecológica e observacional, utilizou dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) para identificar tendências demográficas e suas implicações em saúde pública.

Os resultados revelam uma tendência nacional de queda na fecundidade adolescente (10-19 anos) e um aumento na fecundidade de mulheres em IMA. Contudo, a pesquisa destaca as acentuadas desigualdades regionais que persistem no país.

A Região Norte apresentou consistentemente a maior TEF adolescente e a menor variação percentual de queda no indicador, reforçando o padrão de que as regiões menos desenvolvidas concentram as maiores taxas. Em contraste, as regiões Sudeste e Sul registraram as taxas mais baixas e a maior redução anual (-4,4%).

O trabalho conclui que as diferenças regionais na fecundidade reforçam a permanência de iniquidades na assistência à saúde da mulher e no acesso ao planejamento reprodutivo no Brasil, sendo crucial para orientar políticas públicas específicas.



Características

  • Ano: 2025
  • Autor: Kátia Gustmann
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527084853
  • Páginas: 96
  • Capa: Flexível


Comentários e Avaliações

Deixe seu comentário e sua avaliação







- Máximo de 512 caracteres. Emojis não são suportados.

Clique para Avaliar


  • Avaliação:
Enviar
Faça seu login e comente.

Esta dissertação de mestrado em Epidemiologia em Saúde Pública oferece uma análise temporal e regional robusta sobre a evolução das Taxas de Fecundidade em Adolescentes (TEF) no Brasil, no período de 2012 a 2021, comparando-as com as de mulheres em Idade Materna Avançada (IMA: 35-44 anos).

O estudo, de natureza ecológica e observacional, utilizou dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) para identificar tendências demográficas e suas implicações em saúde pública.

Os resultados revelam uma tendência nacional de queda na fecundidade adolescente (10-19 anos) e um aumento na fecundidade de mulheres em IMA. Contudo, a pesquisa destaca as acentuadas desigualdades regionais que persistem no país.

A Região Norte apresentou consistentemente a maior TEF adolescente e a menor variação percentual de queda no indicador, reforçando o padrão de que as regiões menos desenvolvidas concentram as maiores taxas. Em contraste, as regiões Sudeste e Sul registraram as taxas mais baixas e a maior redução anual (-4,4%).

O trabalho conclui que as diferenças regionais na fecundidade reforçam a permanência de iniquidades na assistência à saúde da mulher e no acesso ao planejamento reprodutivo no Brasil, sendo crucial para orientar políticas públicas específicas.

Deixe seu comentário e sua avaliação







- Máximo de 512 caracteres. Emojis não são suportados.

Clique para Avaliar


  • Avaliação:
Enviar
Faça seu login e comente.
  • Ano: 2025
  • Autor: Kátia Gustmann
  • Selo: Dialética
  • ISBN: 9786527084853
  • Páginas: 96
  • Capa: Flexível


Receba nossas promoções por e-mail: